sábado, 16 de dezembro de 2017

Iris

Assisti Iris (2016) de Jalil Lespert no TelecinePlay. Não sabia da existência desse filme, vi o cartaz em suspense, depois vi que está em filme cult também. É um filme e tanto, um suspense e tanto. Incrível! E que pôster lindo!

O filme começa e aparece o personagem do Romain Duris em uma oficina mecânica, eu adoro esse ator. Depois aparece um casal em um restaurante, ela vai esperar o marido lá fora, ele fica pagando a conta. Quando ele sai, ela não está mais lá e com o tempo ela desaparece. São muitos, mas muitos desdobramentos, incrível roteiro, edição, elenco. Absolutamente genial!

Não vou falar muitos detalhes porque a força desse filme está em ser pego de surpresa o tempo todo. Aconselho não lerem nada, nem a sinopse. E nem assistam o trailer. Se forem como eu fui, sem saber nada do filme, será mais ainda surpreendente. Jamil Lespert interpreta o marido dessa mulher. Alguns outros do elenco são: Charlotte Le Bon, Camille Cotin, Adel Bencherif e Hélène Barbry.

Beijos,

Pedrita

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Concerto de Natal

Assisti ao Concerto de Natal do Coral La Cappella Divina no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A regência foi de Sergio Assumpção. Lindas canções, sempre me emociono! Bacana que interpretaram as obras na frente do CCBB, as pessoas que passavam podiam assistir toda a apresentação ou ver algumas músicas conforme sua disponibilidade de tempo. O público era bem flutuante e diversificado. E lindas as canções com grandes intérpretes. Tocaram músicas belíssimas de Mozart, Haendel, Bach, Vivaldi no idioma original e outras mais populares de Natal cantadas em português. Os Concertos de Natal do CCBB São Paulo acontecem ainda diariamente até sábado, às 12h30 e depois 18 ou 19h, dependendo do dia. Duas apresentações por dia. E tudo de graça!

Programa completo:

Singt dem Herrn ein neues Lied – G. F. Händel
Pequena Vila de Belém - L. H. Redner
Alegria de Natal – melodia tradicional gaulesa
Jesus bleibet meine Freude – J. S. Bach
Cantique de Jean Racine – G. Fauré
Noite Azul – Caldas/Cavalcanti
Boas Festas – Assis Valente
Laudate Dominum – W. A. Mozart
O Tannenbaum – melodia tradicional alemã
O Primeiro Natal – melodia tradicional inglesa
Glória, Natal e Adeste Fideles – pout-pouri natalino
Domine Fili Unigenite – A. Vivaldi
Noite Feliz – F. Gruber
Hallelujah! – G. F. Händel

O vídeo não é da apresentação
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Os Cavaleiros Brancos

Assisti Os Cavaleiros Brancos (2015) de Joachin Lafosse no TelecinePlay. Nunca tinha ouvido falar nesse filme. O nome eu tinha estranhado, achei preconceituoso. Aos poucos o filme vai se revelando e sim, o nome é pejorativo, para criticar aqueles brancos que se achavam verdadeiros cavaleiros em cavalos brancos, salvadores de negros em locais de risco. O filme é baseado no livro de François-Xavier Pinte e Geoffroy d´Ursel.
Além do nome o estranhamento continua. Uma ONG chega em uma região de conflito no continente africano. Diz que vai contratar alguns profissionais porque vão montar naquela região um local onde crianças órfãs até 5 anos vão ficar até os 18 anos, sendo cuidadas, tratadas, vacinadas, alimentadas e vão estudar. Eu pensei que seria até possível, mas achei estranho um local fixo com profissionais de ONG por tantos anos. Mas imaginei que os profissionais da ONG poderiam ficar por períodos, que iriam embora e viriam outros. Que até poderia ser viável.
Aos poucos vamos descobrindo os reais motivos desse grupo. Eles querem levar 300 crianças órfãs para adoção na Europa. Eles pagam aos líderes de tribos, dizem que é uma ajuda a tribo e não pelas crianças, mas o discurso é um e as ações são outras. Para muitos africanos, mentir que a criança é órfã é bom, afinal a ONG diz que vai montar na própria região uma espécie de orfanato, com alimentação, escola e cuidados médicos. Os pais poderão escondidos ver os filhos que vão estar fora da linha de fogo. Então a ONG logo descobre que algumas crianças que foram entregues como órfãs, não são órfãs. Mas eu imagino que muitas mães jamais entregariam seus filhos para sair do país para adoção. Ir para um orfanato perto, onde podem visitar, mesmo que não contando a verdade é bem diferente do que ter os filhos levados embora. O grupo tenta forçar ao líder que prove que as crianças são mesmo órfãs, com fotos. Um absurdo! Querem provas, interferem tanto na vida daqueles povos que já passam tanta violência, guerra, fome. Muita prepotência acharem que as crianças ficarão melhor com famílias estabelecidas na Europa. Certo, é fato que talvez a criança tenha um destino complexo nesse lugarejo se os conflitos continuarem. Podem ser mortas, podem morrer de fome, podem virar soldados e morrer a bala. Mas não é porque o destino dessas crianças possam ser ruins, que cavaleiros brancos podem de modo escuso decidir pelo destino delas, sequestrá-las. O filme é baseado em um fato real, uma falsa ONG foi presa em um aeroporto no continente africano tentando embarcar com 300 crianças. O filme também mostra o absurdo. Como é uma negociação, muito provavelmente os pais europeus pagaram pelas crianças, eles não querem saber de crianças mais velhas, com mais de 5 anos. É um negócio. Monstruoso. Como foi inspirado em fatos reais, eu fico pensando se essas 300 famílias que queriam filhos menores de 5 anos do continente africano, se hoje permitem que os imigrantes que vivem em acampamentos em condições sub humanas possam viver nas cidades.
O filme é muito bem construído. Uma é contratada para filmar tudo, quando ela começa a perceber o que realmente o grupo ia fazer e alguns vão embora, ela diz que não está envolvida, que ela não é parte do grupo, só está fazendo o que foi contratada, como se não fosse cúmplice ou responsável pelos sequestros. O líder do grupo é interpretado por Vincent Lindon. A intérprete por Bintou Rimtobaye. Alguns outros do elenco são: Louise Borgoin, Reda Kateb, Stéphane Bissou e Valérie Donzeli.
Beijos,
Pedrita

domingo, 10 de dezembro de 2017

A Fazenda - Nova Chance

Assisti A Fazenda - Nova Chance na TV Record. Eu quis começar a ver porque estava preocupada que uma das irmãs Araújo do último BBB aceitasse participar. Marcos Harther tinha sido convidado e tinha muito receio que elas viessem a sofrer novamente. Fiquei tranquila que elas tiveram a lucidez de recusar e passaram o programa longe das polêmicas.

Mas aí vi que a Monique Amin estava participando. Tinha sido a minha preferida do BBB que ela participou. Embora achasse que ela não tinha chance de ganhar A Fazenda, já que a Record tem um público mais conservador, passei a torcer por ela. E que roupas lindas que ela levou, macacões, pantalonas, amava essa da foto de rosas. E gostei que a Rita Cadilac estava participando. A Rita eu me decepcionei bem rápido. Vivia mal-humorada, reclamava de tudo, achava que ela sempre que ia ser votada, tinha mania de perseguição, afinal raramente era votada. Reclamou da participação no programa do Gugu, ficou insatisfeita com a transformação. Monique Amin levei mais tempo para desencantar. 

Amin passou a perseguir Flávia Vianna sem motivo, na verdade A Fazenda toda passou a perseguir sistematicamente Flávia Vianna, porque a risada era insuportável, porque dançava escovando os dentes, enfim, a menina não podia ser feliz. Eu já gostava da Flávia Vianna e logo virou minha favorita. Era de cortar o coração a perseguição, mas não foi só isso, ela não atacava ninguém. Não desqualificava ninguém. Uma elegância de comportamento admirável. O tempo todo Flávia dizia que as pessoas precisavam se respeitar mesmo que pensassem diferente. Não precisavam gostar, mas tinham que respeitar. Mereceu muito ganhar! Espero realmente que os boatos que ouvi da TV Record querer ela nas novelas se concretize.

Inicialmente eu impliquei muito com o Roberto Justus. A Fazenda - Nova Chance começou com sérios problemas de áudio, algo muito amador para um programa com tantos recursos financeiros. Mas eu tive que dar o braço a torcer depois porque estava gostando da apresentação dele. Foi respeitoso com todos os participantes. Confesso que nas provas me incomodava ele dar dicas, ajudar com palpites favorecendo um ou outro candidato, mas gostei muito do apresentador e mais ainda seus figurinos de super herói. Adorava suas calças de couro, roupas coladas, parecia que ele ia sair voando e salvar algum peão.

Adorei a participação do Matheus. Não tinha gostado dele no BBB, mas ele surpreendeu na Fazenda. Defendeu todas as mulheres das agressões verbais que sofreram. Compreendeu a fraqueza da Minerato e a orientou, sem condená-la por não resistir ao Marcos. Foi o único que disse a Flávia claramente tudo o que diziam dela pelas costas. Nem o namorado da Flávia a protegeu tanto. Ié Ié inclusive, na tentativa de continuar amiguinho de todo mundo, omitiu da Flávia as barbaridades que falaram dela e de quem tinha falado. Matheus não, e ainda defendia a Flávia quando os outros falavam pelas costas. Admirável o seu comportamento, pena que não ficou em segundo lugar.



Beijos,
Pedrita

sábado, 9 de dezembro de 2017

Vermelho Russo

Assisti Vermelho Russo (2016) de Charly Braun e Martha Nowill no Canal Brasil. Eu queria muito ver esse filme, adoro as atrizes Martha Nowill e Maria Manoella desde que vi a peça Mulheres que Bebem Vodcka em 2010. Talvez já tivesse visto essas atrizes anteriormente, mas foi depois da peça que passei a acompanhar o trabalho delas. Queria muito ter visto esse filme nos cinemas, mas não consegui. O filme recebeu muitos elogios e prêmios.

Em 2009 Martha Nowill foi estudar teatro em Moscou e escreveu relatos da viagem. Resolveu fazer o filme baseada nessa experiência. Ela e Maria Manoella interpretam os personagens com os mesmos nomes. As duas seguem para Moscou para estudar teatro por mês e nesse período estudam a obra Tio Vânia de Tchekhov.

Mas o filme fala desse período que elas passam em Moscou. Muito interessante como é feito, atraente. Mostram elas no avião. Muito bacana onde elas ficam hospedadas. É em um alojamento onde vivem atores idosos, a própria Martha no filme comenta como o nosso Retiro dos Artistas. São umas preciosidades elas no alojamento, a convivência com todos de lá.
As personagens acabam tendo um desentendimento após um rapaz que estava saindo com Martha beija Manoella. Aí o filme se mistura com o teatro em uma metalinguagem, já que na peça que elas estudam as personagens também se desentendem. É muito interessante também a tênue linha que separada a realidade da ficção, sobre o que no filme foi inspirado realmente na vida das duas atrizes. Fazem participações no filme Fernando Alves Pinto, Michel Melamed e Soraia Chaves. Gostei muito de Vermelho Russo que ganhou prêmio de Melhor Roteiro no Festival do Rio.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Villa-Lobos Piano Trios 1 e 2

Ouvi o CD Villa-Lobos Piano Trios 1 e 2 (2009) do Aulustrio da Clássicos. Que belo CD. Adoro esse trio, gosto demais de Villa-Lobos e grupos de câmara. O Aulustrio é formado pelos irmãos Brucoli, Fábio (violino), Mauro (violoncelo) e Paulo (piano). Eles gravaram os Trios números 1 e 2 de Villa-Lobos, ambos com 4 movimentos, que preciosidade.
Beijos,
Pedrita

domingo, 3 de dezembro de 2017

Quando o Dia Chegar

Assisti Quando o Dia Chegar (2016) de Jesper W. Nielsen no TelecinePlay. Que filme difícil! Que filme triste! O filme é inspirado em vários orfanatos da década de 60 da Dinamarca, mas poderia ser em qualquer país. No final relatam que muitos jovens que passaram por essa instituições no futuro, viraram usuários de drogas e álcool, tiveram depressão e ansiedade.

O filme gira na história de dois irmãos. A mãe está com câncer, o tio não tem trabalho fixo, então eles são enviados temporariamente a um orfanato e passam a sofrer uma infinidade de abusos e violência. Os meninos estão impressionantes, que cenas difíceis: Albert Rudbeck Lindhardt e Harald Kaiser Hermann.

O diretor no final usa uma frase clássica de quem pratica a violência: "tudo o que fiz foi para o seu bem e quando você crescer vai entender". essa frase se une a outra igualmente perversa, essa que não está no filme, mas é clássica também: "quando vocês tiverem os filhos de vocês vão entender". Não!!! Nunca vamos entender violência, abusos, omissões e silêncios. São frases mentirosas de pessoas que acham que o fazem é o certo e que não aceitam ser questionadas. Pessoas que mantém outras submissas pela violência, pelo medo como se fosse disciplina. Não!!! Não é! O diretor é interpretado pelo Lars Mikkelsen, irmão do Mads Mikkelsen. A professora por Sofie Grabol. Inclusive essa professora não concorda, mas diz ao diretor que não vai questionar os métodos da escola. Ela demora tempo demais para tomar uma atitude, e mais tempo ainda para fazer o que é certo que é denunciar os abusos.
Não há perdão para violência, mas menos ainda para omissão. Quando o garoto vai denunciar, falam que sem provas não podem fazer nada. Incrível como não validam a palavra de uma criança. Incrível como não percebem que o silêncio existe pelo medo. O inspetor é interpretado por David Dencik. Alguns outros do elenco são: Laurids Skovgaard Andersen, Soren Saetter-Lassen, Lars Tanthe e Sonja Richter. O diretor ganhou vários prêmios nos festivais de Hamburgo, Robert e Noruega.

Beijos,
Pedrita

sábado, 2 de dezembro de 2017

Os Esquecidos

Assisti Os Esquecidos (2004) de Joseph Ruben na ClaroTV. Já tinha ouvido falar vagamente nesse filme há muito tempo, nem tinha certeza se já tinha visto. Fiquei na dúvida se deveria esquecer esse filme e não comentar aqui, mas amo a Julianne Moore, ela está maravilhosa!

Começa com Julianne Moore tentando superar a morte do filho. Ela fala com o terapeuta e se dá bem com o marido, mas vive com as coisas do filho, no quarto do filho. Julianne Moore arrasa como essa mãe atormentada. O psicólogo diz que ela inventou tudo, que nunca teve um filho, que isso acontece. Juro que nunca vi isso. Já soube de pessoas que inventam histórias e acreditam nelas, mas cada vez algo diferente, mudando sempre as histórias, sem enumerar detalhes, iguais sempre, com datas, fiquei curiosa pra saber sobre essas invenções. De repente todas as lembranças do filho somem e ela fica irada, foge de casa. Começam a acontecer coisas estranhas. É presa porque invadiu uma casa, mas o FBI reivindica a presa. Por que o FBI estaria interessado em uma pessoa que invadiu um apartamento?

Ela consegue fazer um pai lembrar de uma filha que desapareceu junto com o filho dela. A parte da abdução é uma bobagem. Mas o filme é bem eletrizante, prende, as cenas de ação e investigação são boas. Dominic West é o pai da outra criança. O marido é interpretado por Anthony Edwards e o psicólogo por Gary Senise. A investigador por Alfre Woodard.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O Leitor

Terminei de ler O Leitor (1995) de Bernhard Schlink da Record Editora. Eu quis muito ler esse livro depois que vi o maravilhoso filme de 2009. O filme foi muito fiel ao livro que é igualmente maravilhoso. Eu comprei em um sebo com um ótimo preço e tinham vários lá ainda. Parece que não é um livro difícil de achar. Não é a primeira vez que um filme me estimula a leitura de um livro.

O livro é muito bem construído. Um garoto passa mal, uma mulher cuida dele e eles passam a viver um relacionamento secreto. Ele tem somente 15 anos. Ela é uma mulher mais velha. Mas um não sabe praticamente nada do outro. Nós sabemos mais do rapaz que é narrador, mas nada sabemos dela. Então vemos uma mulher doce, que gosta que leiam pra ela. Sim, uma mulher forte, com alguns rompantes, mas uma mulher limpa, asseada, que cuida da casa, trabalha de cobradora de bonde.


O tempo passa e ele a revê em um tribunal. Ela foi uma agente da SS na Segunda Guerra Mundial. O jovem agora estuda direito e eles iam ver os julgamentos. É muito interessante como o autor coloca. Apesar do rapaz fingir indiferença a mulher, ele não consegue ficar longe dos dias incansáveis de julgamentos. Os alunos viam duas sessões por semana, ele passa a ver todas. Então ele percebe o que antes não percebia quando via espaçado. Quando via de vez em quando, tinha interesse, mas quando começa a ver diariamente, ele percebe que todos, até os juízes, passam a ficar indiferentes, entediados mesmo. Muito interessante o autor mostrar como algo repetido a exaustão passa a causar indiferença. Que os envolvimentos passam a ficar entediados, mesmo com um caso tão grave. Mas ela acaba assumindo a autoria de uma carta que nunca escreveu, por não admitir que é analfabeta. Mas será que o motivo seria tão simples? Que ela não queria que o segredo de ser analfabeta fosse revelado? Apesar de um livro curto, todas as dúvidas estão lá, daqueles que trabalharam para os alemães e para nós. Se é que igualmente não ficamos indiferentes. O livro acaba incomodando os cidadãos alemães que não participaram diretamente na guerra, mas que podem ter sido indiferentes, se fingindo de indiferentes as atrocidades para não se comprometer, ou fingir que não sabe para fingir que não sofre. O filme é mais emotivo. Os dois protagonistas praticamente não demonstram emoções no livro.

O rapaz não consegue falar com ela sobre saber que ela é analfabeta, nem com o juiz. Ela então é condenada a mais tempo que as outras. Ele passa então a gravar fitas com as leituras de livros. É tudo muito bonito, um livro difícil, triste, e muito, mas muito bem escrito. Boa parte do livro nos deixa desconfortáveis sobre o nosso papel em situações graves. Sobre nossos posicionamentos ou mesmo sobre nossas omissões.
Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Rogue One

Assisti Rogue One (2016) de Gared Edwards na Super Estreia do Telecine Premium. Queria muito ver esse filme. Li que seria entre o 3 e o 4. A trama é muito bem construída. Adoro a Felicity Jones. Gostei muito!

Começa com a infância da protagonista. Ela vive com o pai e a mãe. O esconderijo é descoberto. O pai estava prestes a finalizar um invento que ia provocar muita destruição. Ele consegue fugir. Prestes a ser capturado, os 3 se separam. O pai é um ator que adoro, o Mads Mikkelsen.

Linda demais a menina que faz a protagonista na infância, Beau Gadsdon.

Ela cresce, chega uma mensagem do pai que está em poder dos maus e avisa que criou uma falha que destrói seu invento e quer que os revolucionários destruam o seu invento. O elenco todo é ótimo. Adorei o robô que acompanha o resgate. E gostei muito de ser o Diego Luna que ajuda a protagonista na missão.

Gostei muito da trama do cego, mesmo que com alguns exageros. Ele consegue desenvolver os sentidos e ser um grande lutador. A dupla é ótima: Donnie Yen e Wen Jian.

Forest Whitaker também está no elenco. Adoro esse ator.  E ainda Riz Ahmed, Ben Mendelsohn,  Guy Henry, Jimmy Smits e Alistair Petri. Muito bacana ligarem o final com o Star Wars 4 e aparecer virtualmente e Princesa Léa jovem. Lindo!

Beijos,
Pedrita